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Palavras entaladas escorrem pelos olhos. — O menino Charlie  (via romantizar)
Fiquei gripada por causa da minha própria frieza. — Catharine.  (via errografa)
Eu sou calma, ela é furação.
Eu sou rotina, ela é inovação.
Eu sou português, ela é matemática.
Eu sou paciente, ela é agitada.
Eu sou amor, ela é paixão.
Eu sou medo, ela é decisão.
Eu sou silêncio, ela é barulho.
Eu sou dia, ela é noite.
Eu sou apego, ela é abandono.
Eu sou prática, ela é teoria.
Eu sou claridade, ela é escuridão
Eu sou instável, ela é tranquila.
Eu sou pontual, ela é atrasada.
Mais de uma forma estranha, a gente se completava. — (via sem-qualidades)
No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se. Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso. —  Caio Fernando Abreu.  (via promisse)
Você não a ama. Você simplesmente não quer ficar sozinho, ou talvez ela só tenha sido boa pro seu ego, ou então, ela te fazia se sentir bem com sua vida miserável. Mas você não a amava, porque você não destrói a pessoa que você ama. — Grey’s Anatomy.  (via promisse)
Não briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa. — Tati Bernardi.    (via promisse)