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Não sabemos de nada até que chegue a nossa vez. A gente não sabe do que o nosso amor é capaz, o que a nossa natureza nos reserva, o poder da nossa desobediência ou subordinação. A gente não pode prever nossa reação diante do susto, da paixão, da fome, do medo. Podemos vir a ser uma grata surpresa. — Martha Medeiros. (via auroriar)
Lembro de já ter ficado triste por te deixar triste. Lembro de me sentir mal com isso. Lembro dos momentos em que a gente foi bobo e feliz. Lembro que sou feliz a maior parte do tempo, pelo simples fato de você existir em mim. Lembro de descobrir que um sentimento não serve para ser dito, como coisa que fica bem em filme ou texto, ele tem que ser vivido de forma plena. Lembro de não conseguir me permitir sentir tanta felicidade assim. Lembro da tua mão, que sempre acha a minha. Lembro dos teus dedos, que sempre me fazem carinho. Lembro da tua boca, que sempre me acalma. Lembro do teu rosto de menino, que me olha como se ainda fosse aquela primeira vez. Lembro de cada coisa que descubro, manias, gestos, pensamentos. — Clarissa Corrêa.  (via intimidadedegarota)
Filho, se tem uma coisa que eu sei nessa vida, é que algumas pessoas nesse mundo você só consegue amar e amar e amar, não importa o que aconteça. — O Teorema de Katherine.   (via intimidadedegarota)
Mãe lê pensamentos, tem premonição, sonhos estranhos. Conhece cada choro, de gripe, de medo, entra sem bater, liga de madrugada, pede favor chato, palpita e implica com amigos, namorados, escolhas. Mãe dá roupa do corpo, tempo, dinheiro, conselho, cuidado, proteção. Mãe dá um jeito, dá nó, dá bronca, dá força. Mãe cura cólica, porre, tristeza, pânico noturno, medos. Espanta monstros, perigos. Mãe tem intuição e é messiânica: mãe salva. Mãe guarda tesouros, conta histórias e tem lembranças. Mãe é arquivo! Mãe exagera, exaure, extrapola. Mãe transborda, inunda, transcende. — Autor Desconhecido   (via auroriar)
Sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade, feliz de andar cantando e depressiva de nunca achar que uma janela é só uma janela. E cheia de manias bem estranhas… Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito. Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos. Eu só queria ser legal, ser boa, ser leve. Mas dá realmente pra ser assim? — Tati Bernardi. (via auroriar)
Vive menina. Vive. Porque o tempo cura, e traz pra vida da gente um motivo maior pra seguir. Acredite:o passado não tem volta e nada doí pra sempre. — Caio Fernando Abreu   (via auroriar)
Quero morar contigo,
Pra ver teu riso,
De domingo a domingo. — Autor Desconhecido.   (via estrebias)
Eu vou ignorar você em alguns momentos e logo depois vou te procurar como se a distância me arrancasse os pulmões. Vou fingir que minha loucura não é o que nos afasta e que você não gosta disso. Eu vou cansar, xingar você, mas depois vou querer um pouco do teu colo. Meus ciúmes irão te chatear ou aumentar o teu ego, você só precisa aprender a não instigá-los e então seremos felizes. Não sempre, claro, mas até o próximo surto, me curta. Aproveita meus momentos de puro dengo e me escuta dizer baixinho, sussurrando que é de você que eu gosto. Mas depois me deixa te bater, porque eu vou fingir que me zango para te ver preocupado em me acalmar. Pede desculpa, vai, espera que vou me desculpar. Se eu der beijinho, sara? Me ensina um jeito bom de amar. — Casebre.   (via intimidadedegarota)